Essa foi uma reivindicação feita desde o primeiro dia, face aos impactos da depressão Kristin no nosso concelho, em particular com as cheias que afetaram a zona baixa da cidade, provocando grandes prejuízos.

“Valeu a pena pedir e insistir, nomeadamente, junto do secretário de Estado da Proteção Civil e da ministra do Ambiente”, disse a presidente da autarquia, Clarisse Campos.

“Temos muitos comerciantes, pequenas empresas, instituições e residentes prejudicados pelo avanço das águas, o corte das estradas e a queda de árvores; esta é uma forma de podermos ter acesso facilitado a apoios por parte do Estado”, referiu a autarca, acrescentando que, “entre os prejudicados estão também os agricultores, que viram destruídos os muros de maré que protegem os arrozais, assim como os pescadores, referidamente os da Carrasqueira, já que a entrada de grandes quantidades de água doce no estuário do Sado impede a apanha do choco”, a principal espécie ali capturada.