Ouvidos pela Rádio Sines, alguns automobilistas mostraram-se “muito satisfeitos com a reabertura da estrada” já que as alternativas obrigavam a “percorrer mais do dobro dos quilómetros, por estradas em mau estado, como é o caso da estrada por São Luís ou pela Sonega”.

Alguns condutores que fazem a ligação entre as duas vilas diariamente, afirmaram na Rádio Sines que gastavam “mais 150 a 200 euros mensais em combustível” o que dizem ser “incomportável para pessoas que recebem pouco mais do que o salário mínimo”.

Dizem também não compreender porque é que “esta opção de trânsito alternado não foi tomada logo depois da derrocada que destruiu parte da uma faixa de rodagem, no dia 9 de fevereiro”.

Outra preocupação é com o tempo da obra, que esperam que “agora que calaram as pessoas com esta reabertura, esperamos que a situação fique resolvida no final de junho, como está previsto”.

Recorde-se que a circulação é apenas permitida a viaturas ligeiras, sem semáforos, com prioridade no sentido de Vila Nova de Milfontes para o Cercal do Alentejo, ou seja, prioridade a quem sobe, porque o obstáculo é no sentido inverso.