No documento, subscrito por artistas, agentes culturais, investigadores e cidadãos, a permanência de Ana Paula Amendoeira no cargo por indicação do Governo é considerada “fundamental para a estabilidade institucional, a boa implementação das políticas culturais definidas pela tutela e a relação de proximidade construída com a comunidade cultural da região, num quadro raro, amplo e transversal de valorização do seu trabalho”.

“Para quem trabalha efetivamente no território, nos municípios, nas estruturas independentes, nos projetos artísticos e patrimoniais, longe dos grandes centros e fora do radar mediático, a sua ação representou uma política de proximidade real”, lê-se na petição.

O documento acrescenta não ser “uma proximidade retórica, mas um acompanhamento continuado dos processos, o conhecimento direto das pessoas e dos contextos, a atenção às especificidades locais e às desigualdades internas da região”.